segunda-feira, 27 de junho de 2011

O Consumismo Consome-te

“Uma mentira é repetida até virar verdade…”

Olá leitores! Não me esqueci de vocês, #seuslindos. Vim aqui nessa madruga postar um trabalhinho de faculdade meu. É divertido, espero que gostem. (Não vou transformar o blog em um portfólio, prometo!)

 

Trabalho de Fundamentos de Análise Sociológica
Até que ponto as mentiras repetidas pela mídia podem moldar o pensamento e a cultura de uma sociedade?
Onde termina a descrição de bens essenciais e onde começa o supérfluo?
Você tem total controle sobre os bens que consome? Você define para o mercado quais são suas necessidades ou o mercado te diz o que fazer?
Abra a cabeça: O consumismo consome-te!

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terça-feira, 7 de junho de 2011

Continuidades e Rupturas na História da Mídia

"Ela está sendo deixada, por outro."

Ela estava cansada. Olhou para os lados e mais uma vez sentiu-se sozinha. Completamente abandonada pelo seu homem, e o pior: abandonada por outro, O Outro. Tudo bem, ela não tinha mais todo aquele poder de sedução, não conseguia encantar mais como encantava antes, aquela química que rolava no início do relacionamento se perdeu... E bem, estava ficando meio velha também. 
Mas isso não era desculpa, ela tentou se atualizar! Mudou o formato das curvas, emagreceu, ficou mais leve, mais agradável ao olhar! Até sua voz ficou mais doce!
Mas ela não podia concorrer com ele. Ele era versátil, potente, anatomicamente perfeito e completamente adaptável.
Seu homem finalmente havia se rendido a irresistível tentação daquele manipulador inconseqüente! Como ela o odiava! Por culpa dele ela agora passava as noites sozinha, num quarto escuro, frio, sem carinho nem aconchego... Enquanto seu homem se divertia durante toda a madrugada com O Outro!
Aquela relação estava ficando doentia e profana, em outra época, as coisas eram normais e seu antigo homem lhe dava a devida atenção, ele a ouvia e com ela ocupava seu tempo, os dois passavam a noite juntos, adormeciam juntos e o quarto jamais parecia solitário. Mas agora que seu homem tinha O Outro ele empenhava todo seu tempo em admirá-lo com os olhos vidrados, e ainda tinha a audácia de acariciá-lo com leves toques em qualquer parte da casa! Ele jamais havia feito isso com ela! Somente uma comunicação a distancia, com comandos simples e diretos: Fale mais alto! Fale mais baixo! Mude de assunto! Cale a boca! Os dois não se desgrudavam! Um relacionamento assim não pode ser normal! Iam juntos para o trabalho, para o shopping, visitar a família, na cozinha, na cama e até mesmo ali: no santo reduto do amor de seu ex-parceiro: No sofá da sala! Que audácia! Que audácia!
Em suas últimas e fracas tentativas de recuperar seu homem de volta e tirá-lo das garras daquele Outro inescrupuloso ela tentou mudar seu estilo, repaginar a programação. Tudo em vão, inclusive as ridículas imitações baratas do que mais prendia a atenção de seu homem nO Outro. Falar do mesmo assunto, discutir os mesmo temas, se integrar, tentar mudar em nome do amor, nada disso adiantou. 
Por fim ela cedeu, rendeu-se por completo e acabou aceitando aquela constrangedora situação, havia sido abandona por seu homem, por outro, O Outro. Toda a consolação que lhe restava era a de em alguns dias um pouco mais tediosos que o normal, em que nem mesmo O Outro podia alegrar seu amado, ter a honra de fazê-lo dormir sob uma velha canção de ninar que um dia já fora tão interessante, quanto agora era entediante.

E foi assim que o homem largou a TV, para ficar com o PC.
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WTF?

Ficou com ciumiiinho, Bella, ficou?
"A mocinha da saga “Crepúsculo”, Kristen Stewart, não gostou de ver os galãs do filme – Robert Pattinson e Taylor Lautner – se beijando no MTV Movie Awards, no domingo, 5.
De acordo com o tabloide “Mirror”, a atriz brigou com o vampiro Pattinson após ele tê-la deixado sozinha no palco e protagonizado um beijo no lobisomem Lautner, que estava no auditório. O ator e a atriz haviam ganhado o prêmio de “Melhor Beijo”.
“Você me fez ficar que nem uma idiota. Mas nem se incomode em explicar”, teria dito Kristen nos bastidores.
O jornal informou que eles chegaram a discutir por três minutos, mas logo fizeram as pazes, como se nada tivesse acontecido."
Fonte: Yahoo OMG

 
Como todos já sabem ou fiquem sabendo agora, eu não sou fã de crepúsculo e nem dos atores sem sal que fazem o filme. Antes, eu estava implicando com Taylor Lautner, no post me amarrota que eu to passada!, agora... Putz :)
Vampiro que não quer sexo, beija outrO, tsc tsc.. Ele poderia ser 'homem', assim como o Ricky Martin e assumir que é gay, não? HAHAHA
 
/parei
Nada como beijo gay, não sou nem nunca fui homofóbica, mas, que eles deram chance pra zuação, aaaah, eles deram.
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quinta-feira, 2 de junho de 2011

Depilação.

Aiai, perdão. Estou sem tempo, sem dinheiro, sem inspiração, sem nada. Mas estava com saudades, pessoas! Infelizmente esse tempo atrás tem nos tirado do sério, da vida, da alegria da internet. Mas não vamos deixar isso nos dominar!! Eu e sr. Marcos conversamos e chegamos em um acordo que vai manter o azulimão atualizado e lindo como sempre foi! :) Malz a ausência, força maior.
Bem, hoje, eu estou promovendo linguagem de orkut... um texto muito interessante e muito³ verídico sobre um mal que as mulheres precisam ter as caras de enfrentar. A depilação de virilha :O
Marmanjos de plantão, como eu já falei há algum muito tempo, no post ;@ (dá um look!), vocês são uns frescos. É! Cortar o rosto com gilete na hora de se barbear é motivo de reclamação por no mínimo uma semana! Quero ver arrancar tudo com uma cera quente. Morreria? Acho que sim. Vocês não sofrem com TPM e pagam de loucos, não tem que estar impecável pra sair, não tem que passar a humilhação de gente pondo a mão em você, não tem que fazer as unhas, não nem..., não tem..., não tem ! Não tem que depilar esse monte de pêlo excessivo que a maioria das mulheres odeia. Dependendo dos casos, abraçar um urso é mais negócio. Exagerei, ok.
Hoje existem uns meio vaidosos, bonitinhos, que gostam de se 'cuidar' com seus cremes, depilações... Mas esses são raaaaaaaaras exceções. Em se tratando de homens com H maiúsculo, é claro.
Vamo parar de falar, e perceber como ser mulher é foda. RAXEI²
"Tenta sim. Vai ficar lindo.
Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. Mas acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecoló gica-estética.
– Oi, queria marcar depilação com a Penélope.
– Vai depilar o quê?
– Virilha.
– Normal ou cavada?
Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.
– Cavada mesmo.
– Amanhã, às… Deixa eu ver…13h?
– Ok. Marcado.

Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui.
Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado. Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor.
De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de Calígula com O Albergue. Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão.
Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.
– Querida, pode deitar.
Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus, era O Albergue mesmo.
De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.

– Quer bem cavada?
– .é… é, isso.
Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.
– Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.
– Ah, sim, claro.


Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei. De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).
– Pode abrir as pernas.
– Assim?
– Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.
– Arreganhada, né?
Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha Virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar.Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar.Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu. Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural.
Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.


– Tudo ótimo. E você?
Ela riu de novo como quem pensa “que garota estranha”. Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes.O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.
– Quer que tire dos lábios?
– Não, eu quero só virilha, bigode não.
– Não, querida, os lábios dela aqui ó.
Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ? Putz, que idéia. Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.
– Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.
Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.
– Olha, tá ficando linda essa depilação.
– Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.
Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. “Me leva daqui, Deus, me teletransporta” . Só voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.
– Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?
– Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.
Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.
– Vamos ficar de lado agora?
– Hein?
– Deitar de lado pra fazer a parte cavada.
Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.
– Segura sua bunda aqui?
– Hein?
– Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.

Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê. Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la.
Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:

– Tudo bem, Pê?
– Sim… sonhei de novo com o c* de uma cliente.

Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil c*s por dia. Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá?
Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.
– Vira agora do outro lado.
Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.
– Penélope, empresta um chumaço de algodão?
Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem? Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.
– Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.
– Máquina de quê?!
– Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.
– Dói?
– Dói nada.
– Tá, passa essa merda…
– Baixa a calcinha, por favor.
Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha, como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao c*. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.
– Prontinha. Posso passar um talco?
– Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.
– Tá linda! Pode namorar muito agora.

Namorar...namorar. .. eu estava com sede de vingança. Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais.
Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada. Queria comprar o domínio www.preserveasxanaspeludas.com.br.
Nada disso faz sentido agora .. so me resta sofrer com essa dor e achar que meu namorado vai reparar... O que na maioria das vezes nem acontece.
É foda ser mulher hoje em dia! "

Veja todo o Post "Depilação."
lol, você chegou ao fim da página! Esperamos que tenha gostado.
Se depois de perceber as qualidades(A) e também os defeitos (6) de cada um você ainda quiser conhecer virtualmente ou até pessoalmente os autores, acesse Sílvia e/ou Marcos; VALEU!

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